Em São Paulo, não é necessário mais do que uma chuva forte para se formarem pontos de alagamento, que prejudicam ainda mais o trânsito que já é caótico, a prejudicando assim toda a rotina da cidade. Quando a intensidade dessa chuva é maior, enchentes começam a se formar, invadindo as residências e o comércio, arrastando carros, há perigo do contágio da Leptospirose sem contar os inúmeros problemas pós enchente.

Aproveito os problemas que as chuvas estão causando em diversas partes do Brasil e que estão bastante claro na cabeça de todos, e faço uma comparação com uma solução bem eficaz. Isso para mostrar também que, utilizando a mesma linha de raciocínio, a acessibilidade e a inclusão, apesar de serem ítens novos para o Brasil, também tem solução. Da mesma forma como será demonstrado abaixo, basta esforço dos órgãos públicos e empresas, e também da própria população. Ninguém está isento de culpa, e para se conquistar algo para a sociedade, nada melhor do que o envolvimento de todos.

Anualmente uns 25 tufões assolam o território japonês. Desses, dois ou três atingem Tóquio em cheio, com chuvas fortíssimas durante várias horas ou até um dia inteiro. Mas nem por isso ocorrem enchentes ou alagamentos na cidade.

O subsolo de Tóquio alberga uma fantástica infraestrutura cujo aspecto se assemelha ao cenário de um jogo de computador ou a um templo de uma civilização remota. Cinco poços de 32 m de diâmetro por 65 m de profundidade interligados por 64 Km de túneis formam um colossal sistema de drenagem de águas pluviais destinado a impedir a inundação da cidade durante a época das chuvas.

A dimensão deste complexo subterrâneo desafia toda a imaginação. É uma obra de engenharia sofisticadíssima realizada em betão, situada 50 m abaixo do solo, fato extraordinário num país constantemente sujeito a abalos sísmicos e onde quase todas as infraestruturas são aéreas. A sua função é não apenas acumular as águas pluviais como também evacuá-las em direção a um rio, caso seja necessário. Para isso dispõe de 14.000 HP de turbinas capazes de bombear cerca de 200 t de água por segundo para o exterior.

Conclusão: Não existe problema insolúvel. Basta querer enfrentá-lo.

Clique em cima das imagens para amopiá-las

 

Fonte: Metálica

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